2 de set de 2014

20 anos de Cavaleiros no Brasil comentado por uma pessoa de 19

Fala pessoal. Hoje venho fazer um post sobre um tema que não é muito recorrente no blog. Sim, a piada não foi tão boa, mas esse é realmente o motivo do post, a final não poderia deixar passar a data (deixar passar a data eu deixei, mas ainda está na semana, então ainda dá tempo) e vou comentar um pouco sobre como eu descobri CDZ e como essa série influênciou a minha "tenra" infância.


Lembro eu, no meu colégio, entre meus 7 e 9 anos, escutando os colegas falar sobre um desenho muito bom que estava passando na Rede Bandeirantes ( Band) sobre uns malucos fodas que usavam armaduras. Como toda e qualquer criança, fui atrás de conhecer a série e entender do que eles estavam falando, pois não queria ficar de fora dos papos da molecada. Chegando em casa, um dia, resolvi ligar  minha TV de Tubo e assistir o bendito desenho. Se não me engano, a parada começava pelas 16h/17h ( 4h/5h da tarde) e não tinha nada melhor para fazer também naquele horário ( fora estudar para o colégio).


Comecei à assistir a bagaça e senti algo depois de assistir ao primeiro episódio da bagaça:uma boa dose de vergonha alheia. Para alguém ainda não acostumado com a série e que caiu num episódio aleatório, ver aquele monte de homem se agarrando, com a presença do Shun que exalava uma aura de diferente de masculinidade me deixaram, um pouco assustado. Terminei de assistir pensando "Que viadagem é essa? É disso que o pessoal fala tanto?" Novamente sinto uma reação de hostilidade ao leitor CDZete, mas se acalme que eu não vim para falar mal de Santo Seiya ( bem, nem tanto).

Continuando, depois daquele choque inicial, eu resolvi que aquele não era assunto para ser comentado fora a questão da zuera. Dia seguinte, no mesmo horário e no mesmo televisor, eu vi que ia começar a bagaça e resolvi assistir aquele episódio também, afinal, não tinha nada de importante para fazer, só estudar. Assisti novamente o episódio e o clima que eu tinha sentido no episódio anterior já não me incomodava tanto acabei achando acompanhável o desenho. Várias 16/17 horas depois, eu já estava acompanhando religiosamente o desenho e achando uma das melhores que coisas que já tinha visto.


A expectativa que foi quando chegou a Saga das Doze Casas e cada um esperando para ver o Cavaleiro correspondente ao seu signo e a decepção ao descobrir que o Máscara da Morte é um dos cavaleiros mais fracos, mas tudo bem. Você acompanhava a história na espera das porradarias e a trama era boa. Também o fato de você ser criança e relevar as várias velocidades, além de cada novo sentido que surgia, fora a um cara querer esquentar outro com o "calor do corpo" dele. Dessa época eu só tenho boas lembranças e agradeço CDZ por ser uma das poucas coisas que se mantém viva na minha memória dessa época.


Contundo, nem tudo são coisas boas nesse texto ( não que tivessem sido antes). Os diálogos são realmente muito vergonha alheia ainda ( para MIM na MINHA opnião PESSOAL ) e quando fui reassitir vi que tava já pulando os diálogos para chegar logo nas porradas. As porradas são boas, mas aquele efeito He-Man incomoda um pouquinho, mas continua bom. E o Shun, que dizer do Shun? Só isso:


Nem falarei do traço do Liefeld japonês no mangá clássico pois quero manter as boas lembranças ainda e reafirmar que o traço do anime é bem superior. Eu recomendo a quem quiser assistir  "Seiya e seus amigos" ainda, mas com algumas ressalvas para um público atual. E não irei falar de Lost Canvas pois simplesmente continuo cagando para ele, por mais que sempre digam que é o CDZ que vale, e nem estou com planos de reasssistir. Agora é só esperar o filme novo chegar em THE City e então fazer uma resenha para o blog.

Bom amigos, até o próximo post e que os fãs de Cavaleiros não fiquem muito irritados. Até mais!

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